Introdução ao HTML5

HTML é a abreviação para o termo em inglês HyperText Markup Language, que quer dizer “Linguagem de Marcação de Hipertexto”.

É uma linguagem de marcação utilizada na construção de páginas na Web e documentos HTML que podem ser interpretados por navegadores.

A tecnologia é fruto da junção entre os antigos padrões HyTime e SGML. 

Veja em:

Portanto, podemos dizer que hoje, o HTML é a principal linguagem de marcação para criar estruturas para nossas páginas web.

Só porque muita gente confunde o HTML dizendo ser uma linguagem de programação, aqui vai uma distinção mais clara do que seria uma linguagem de marcação:

Linguagem de marcação – ou markup (language) – é um conjunto de sinais e códigos aplicados a um texto ou a dados para definir sua configuração.

Linguagem de programação é um método padronizado de implementação de um código fonte que informará instruções de processamento ao computador.

Bem, vou colocar bastante links caso você queira aprofundar sobre assuntos, ok?

Voltando ao contexto, podemos também dizer que o HTML é o bloco de construção básico da World Wide Web (WWW).

A gente dá o nome de Hipertexto porque pode ir além de um texto simples, podendo conter tabelas, listas, formulários, imagens, entre outros elementos.

Em outras palavras, podemos usar esse hipertexto para, de forma fácil e flexível, compartilhar informações através de páginas na internet.

Além disso, é importante dizer que as linguagens de marcação usam o que chamamos de “Tags” que vão servir para definir o tipo de elemento que queremos exibir.

Essas tags serão interpretadas pelo navegador web, mostrando o documento de acordo com sua marcação.

Você pode acessar os links acima, mas como foi um marco histórico, vou deixar registrado que o HTML foi originalmente desenvolvido por Tim Berners-Lee em 1990.

Eu, particularmente, só comecei a usá-lo de fato 10 anos depois disso, no ano de 2000, 2 anos depois de Larry Page e Sergey Brin fundarem o Google.

Outra informação importante é que em 1996 o World Wide Web Consortium (W3C) tornou-se a autoridade para manter as especificações HTML.

HTML também se tornou um padrão internacional ( ISO ) em 2000.

HTML5 é a versão mais recente do HTML, e fornece uma abordagem mais rápida e robusta para o desenvolvimento da web.

Agora que já falamos um pouco dos conceitos e da história do HTML, vamos ver o que você vai poder fazer com ele.

O que pode ser feito com HTML

Se você entendeu que HTML é o principal padrão e que é a linguagem de marcação “oficial” da web, deve sacar que dá para fazer muitas coisas, como:

  • Criar documentos online contendo texto, imagens, vídeos, listas, tabelas, etc
  • Pode acessar e vincular outros recursos como imagens, vídeos, outras páginas/documentos HTML através do que chamamos de hyperlinks
  • Criar formulários para coletar informações do usuário
  • Criar um site inteiro até sem precisar hospedá-lo na internet, ou seja, criar uma versão off-line para funcionar no seu computador ou dispositivo, mesmo sem internet
  • Armazenar dados no navegador do usuário para acessá-los posteriormente
  • Até encontrar a localização do visitante do seu site

Claro que a lista não termina aqui e você vai perceber o poder do HTML a medida que avança nos conteúdos que vou compartilhar com você aqui.

Falando nisso…

O que vai aprender aqui?

Você pode encarar como um Curso, assim como estou denominando, mas pode encarar também como uma série de tutoriais para evoluir seu conhecimento sobre HTML.

Portanto, pretendo cobrir desde os fundamentos, elementos, atributos, formatação, uso das tags, estilos e até a inclusão de outros documentos HTML no documento que estiver criando.

Assim, quando você estiver familiarizado com a linguagem HTML em um nível básico, passaremos para um próximo nível, onde veremos conceitos relacionados.

Entre esses conceitos, veremos sobre Doctype, criação de layouts e como e por que adicionar informações às nossas páginas durante a criação.

Além disso, vamos também ver como adicionar Scripts – você vai saber mais a respeito – e técnicas mais avançadas e até a anatomia de um Uniform Resource Locator (URL).

Desse modo, exploraremos recursos avançados introduzidos no HTML5, que nem vou mencionar agora para não dar “spoiler” e nem bagunçar sua cabeça.

Então, esse é o primeiro post da série e espero que você já deixe seus comentários e dúvidas abaixo, participe, acompanhe e aprenda.

Bom estudo.

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